sábado, 16 de abril de 2016

INSCRIÇÕES PARA O ENEM 2016 COMEÇAM NO DIA 9 DE MAIO; CONFIRA DEMAIS DATAS

O ministro da Educação Aloizio Mercadante revelou as informações nesta quinta-feira, 14, em Brasília.

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016 teve suas datas divulgadas oficialmente nessa quarta-feira, 14, durante uma coletiva em Brasília. De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, as inscrições para a prova começam no dia 9 de maio a partir das 10 horas e vão até as 23h59 do dia 20 de maio. Já as provas serão aplicadas nos dias 5 e 6 de novembro.

Nesta edição do exame, a taxa de inscrição ficou mais cara, de R$ 65 passou a ser R$ 68 e poderá ser paga até 21h59 do dia 25 de maio. 

Por meio do Enem, os estudantes do ensino médio podem concorrer a uma vaga em faculdades públicas de todo o Brasil. Além de servir para a seleção para programas do governo como o Prouni e o Fies.

Fonte: OPOVO Online

JOGO DA CASSAÇÃO DE CUNHA

Charge, Amarildo, para o Blog do Amarildo

PSOL REFERINDO-SE A CUNHA: PROCESSO DE IMPEACHMENT COMANDADO POR RÉU É ILEGÍTIMO

Todos os seis deputados do PSOL, 19ª partido a se pronunciar no plenário da Câmara no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, contestaram em seus discursos a legitimidade do presidente da casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em conduzir tal processo, uma vez que é réu em inquérito autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por suspeita de recebimento de propina e lavagem de dinheiro. A denúncia foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República.

Após apresentar o PSOL como uma legenda de oposição à esquerda, que não possui cargos no governo, o líder do partido e primeiro a discursar, Ivan Valente (SP), comparou o processo de impeachment ao golpe civil-militar de 1964. Para ele, não há argumentos para a derrubada da presidenta e “caçá-la por impopularidade ou por 'conjunto da obra', com todas as críticas que nós temos […] é uma farsa.”

Em sua fala, o deputado Jean Wyllys (RJ) se disse constrangido em participar de um processo de impeachment comandando por um “réu que se comporta como gângster”. Para o deputado, a tentativa de afastar Dilma é um ataque contra as eleições diretas. “A tentativa de perdedores ressentidos, conspiradores, traidores, da grande mídia, de forçarem uma eleição indireta, ilegal e imoral não tem outro nome: é golpe, golpe parlamentar”, disse.

Tanto ele, como a deputada Luiza Erundina (SP) afirmaram que as chamadas pedaladas fiscais, um dos argumentos que constam no pedido de impedimento de Dilma, não são crimes, mas uma prática comum, utilizada amplamente por governantes atuais e anteriores na gestão de seus orçamentos, nas três esferas do governo, mas que é agora utilizada como álibi para tentar derrubar Dilma e fazer avançar uma agenda retrógrada e conservadora.

Erundina também criticou a permanência de Cunha, que se retirou do comando da sessão enquanto discursavam os deputados do PSOL, na presidência da Câmara, enquanto é réu no STF. “Um processo [de impeachment] conduzido por um deputado réu, investigado por corrupção e lavagem de dinheiro, envergonha essa Casa diante da sociedade brasileira e enxovalha a imagem do Brasil no mundo”, disse a deputada, ex-prefeita de São Paulo.

Apesar do PSOL se posicionar unanimemente contra o impeachment, chamado de golpe por todos os deputados da legenda, o partido não poupou críticas ao governo de Dilma Rousseff.

“Há um desrespeito da vontade popular expressa nas ruas, no último pleito presidencial, que não está sendo respeitado nem pela oposição nem pela situação. Dilma desrespeitou o programa pelo qual se elegeu, ao adotar politica econômica semelhante à de seus adversários”, disse Erundina.  

Após lamentar que os parlamentares não tenham promovido uma reforma política ao longo dos últimos anos, Chico Alencar (RJ) reconheceu que a corrupção é um problema grave entre políticos petistas, embora o argumento não sirva para legitimar o processo de afastamento da presidenta que está sendo discutido na Câmara. "Lamento que o PT tenha entrado no esquema [corrupto] que sempre criticou. Mas esse impeachment é uma fraude, um engodo", disse o deputado.

As discussões sobre o processo de impeachment de Dilma começaram ontem (15), às 8h55 e, com isso, já duram mais de 30 horas. Entre um e outro partido, as lideranças voltam à tribuna para se posicionar.

Da Agência Brasil

sexta-feira, 15 de abril de 2016

PLACAR FECHADO: CEARÁ TERÁ 13 VOTOS CONTRA IMPEACHMENT E OITO A FAVOR

Em reunião com Dilma: Foto: Divulgação Facebook
Bancada terá ainda ausência de Aníbal Gomes, que deve faltar sob justificativa médica.

O governador Camilo Santana (PT) divulgou agora há pouco foto em que aparece ao lado de 12 deputados federais que estariam comprometidos em votar contra o impeachment de Dilma Rousseff (PT) neste domingo. Mesmo ausente do encontro, Luizianne Lins (PT) também dará voto pró-Dilma, fechando placar de 13 votos anti-impeachment a oito favoráveis no Estado.

Imagem encerra dúvidas sobre votos até então indefinidos de Macedo (PP) Adail Carneiro (PP). Conforme O POVO antecipou, Adail voltou nesta sexta-feira, 15, à Câmara após ser exonerado do cargo de assessor especial do governo Camilo em Brasília. Com a mudança, saiu Paulo Henrique Lustosa (PP), que avaliava acompanhar posição do PP pelo impeachment.

Com o placar final, 36% da bancada do Ceará se manifestará a favor do impeachment - cerca de um a cada três deputados. Já os contrários ao pedido representarão 59% da bancada.

Deputado ausente

Agora, segue indefinido apenas posicionamento de Aníbal Gomes (PMDB). Aliado do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), um dos maiores defensores de Dilma, a expectativa é que Aníbal se ausente da votação sob justificativa médica – o que também beneficiaria o governo.

PLACAR DO IMPEACHMENT NO CEARÁ

Favoráveis ao pedido - 8
Raimundo Gomes de Matos (PSDB) 
Moses Rodrigues (PMDB)
Vitor Valim (PMDB) 
Moroni Torgan (DEM) 
Danilo Forte (PSB) 
Ronaldo Martins (PRB) 
Cabo Sabino (PR) 
Genecias Noronha (SD)

Contrários ao pedido - 13
José Airton (PT) 
José Guimarães (PT) 
Luizianne Lins (PT) 
Ariosto Holanda (PDT) 
Leônidas Cristino (PDT) 
Vicente Arruda (PDT)
Gorete Pereira (PR)
Chico Lopes (PCdoB) 
Domingos Neto (PSD) 
Arnon Bezerra (PTB) 
Odorico Monteiro (Pros)
Adail Carneiro (PP)
Macedo (PP)

Sem definição - 1
Aníbal Gomes (PMDB)*

* Deve se ausentar sob justificativa médica

Fonte: O Povo

(LEGISLATIVO DE ALCÂNTARAS) TRIBUNAL DE JUSTIÇA NEGA PEDIDO DO PREFEITO ELIÉSIO PARA TIRAR CLEUVILÂNDIA DO CARGO DE PRESIDENTA

O Tribunal de Justiça do Ceará, (TJ/CE), deu mais uma vez, uma decisão favorável a vereadora e atual Presidenta da Câmara Municipal de Alcântaras Cleuvilândia Menezes - PMB.

Após romper com a atual gestão municipal, a presidente vem sofrendo investidas do executivo para tirá-la do cargo, o que o ocorreu no último dia 04 de abril, na ocasião a Presidenta foi substituída pelo vereador mais idoso da casa, no caso Rogério Ângelo que em seu curto mandato, chegou a realizar algumas mudanças ou nomeações em cargos da câmara de Alcântaras.

A vereadora no entanto conseguiu retornar ao cargo após decisão liminar no dia 07 seguinte, e nesta sexta-feira 15, em mais uma ofensiva de seus desafetos políticos, a vereadora conseguiu mais uma vitória no Tribunal de Justiça.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

O IMPEACHMENT NO BRASIL

Charge Clayton, Jornal O Povo em, ontem 13.04.2016

SECRETÁRIO-GERAL DA OEA DIZ QUE CORRUPTOS COMANDAM O IMPEACHMENT NO BRASIL


O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, demonstrou preocupação com a ameaça à democracia no Brasil.

Em entrevista ao jornal espanhol El País, divulgada por vários outros veículos de comunicação, ele diz que o processo de impeachment em curso no Congresso brasileiro está sendo conduzido por congressistas “acusados e culpados” de corrupção.

“O feito fundamental é que está sendo realizado um processo de impeachment de uma presidenta [Dilma Rousseff] que não é acusada de nada, não responde por nenhum ato ilegal. É algo que verdadeiramente nos preocupa, sobretudo porque vemos que entre os que podem acionar o processo de impeachment existem congressistas acusados e culpados. É o mundo ao contrário”, declarou ao El País, sem citar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (denunciado ao Supremo Tribunal Federal), o vice-presidente da República, Michel Temer, citado nas investigações de corrupção da Operação Lava Jato, e parlamentares denunciados ao STF.

Para o secretário –geral da OEA, “sem democracia é impossível combater a corrupção, impossível conseguir condições de desenvolvimento, gerar direitos e eliminar as discriminações que ainda existem no continente”.

Almagro já havia se manifestado sobre a crise política no Brasil no começo deste mês. No último dia 5, em entrevista em Washington (EUA), o secretário-geral disse que não há “fundamento” para o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

“Devemos ir pelo caminho do respeito aos mandatos constitucionais e a honestidade de uma pessoa, porque se hoje você não tem nenhuma acusação, nenhuma mancha em termos de corrupção sobre a presidenta Dilma Rousseff, então não há nenhum fundamento para avançar em um processo de destituição, definitivamente não”, afirmou na ocasião.

Almagro está prestes a completar um ano no cargo de secretário-geral da OEA. Durante esse período, seu objetivo foi levantar uma instituição que havia perdido peso no continente. O ponto fundamental para Almagro passa por um aprofundamento democrático. Somente assim, afirma, os males da região como a violência, a desigualdade e a corrupção poderão ser combatidos.

Temer, Cunha e parlamentares envolvidos na Lava Jato não se manifestaram sobre as declarações do secretário-geral da OEA.

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